terça-feira, 14 de março de 2017

Polícia prende suspeito de série de ataques a escola em Porto Alegre

Jovem de 23 anos foi detido com materiais furtados, na madrugada desta terça-feira, quando saía do colégio.

Foto: Cid Martins /Rádio Gaúcha

A Brigada Militar prendeu em flagrante na madrugada desta terça-feira (14) um jovem suspeito de praticar uma série furtos na Escola Estadual Ildo Meneghetti, no bairro Restinga Nova, na zona sul de Porto Alegre. O novo ataque foi registrado por volta de 2h30. A escola já foi alvo de pelo menos 14 arrombamentos neste ano, de acordo com os registros policiais. 

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Policiais militares estavam à paisana na região, monitorando a escola, quando perceberam a movimentação estranha dentro da instituição. Quando o homem tentou deixar o prédio, foi perseguido pelos policiais e preso após tentar fugir por um banhado localizado nos fundos do pátio do colégio.

Antes de admitir o crime, o homem disse que estava cuidando da escola, alvo frequente de criminosos. Depois, confessou aos policiais que trocaria os itens furtados por crack. Em uma sacola branca, foram localizados um estabilizador, um teclado, um smartphone e uma lata de tinta.

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O jovem de 23 anos, identificado como Maiko Douglas Lopes Rodrigues, foi encaminhado ao Palácio da Polícia. Ele tem antecedentes por furto qualificado e tráfico de drogas. A polícia suspeita que outros bandidos estavam envolvidos na ação desta madrugada e faz buscas na região.

Durante o final de semana, o colégio já havia sofrido com o furto de materiais e vandalismo. O crime foi percebido quando as primeiras funcionárias chegaram ao local, na manhã de segunda-feira. Com isso, as aulas, que não tiveram o início normal na semana passada, novamente foram suspensas.

A diretora Carla Guimarães se diz confiante no trabalho da BM, mas quer vigilância privada e um PM residente na instituição. 

"Confesso que com a correria já nem sem precisar o número de ataques. Eu tô confiante no trabalho da Brigada. O 21º Batalhão é incansável, então eu só tenho a agradecer. No entanto, penso que uma guarda patrimonial na escola intimidaria (os bandidos)", afirmou a professora. 

A direção estima que seja necessária uma quantia maior do que os R$ 35 mil já solicitados para a Secretaria de Educação. 

Fonte: Gaúcha

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